sábado, 18 de maio de 2013

Grupo 3 - Notícia Secretaria de Educação e Secretaria da Cultura

A Prefeitura de Embu das Artes por meio da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura na Cidade Embu das Artes, assinou convênio com o Teatro Popular Solano Trindade, a fim de incentivar a promoção da cultura afro-brasileira a estudantes e a participantes dos Núcleos de Cultura. A artista Raquel Trindade é quem comanda o Teatro Popular Solano Trindade, que tem o mesmo nome de seu pai, que foi um incansável divulgador da cultura negra.

A Secretaria de Educação já iniciou o curso de formação de Identidade Cultural Afro-brasileira – ICAB, que consiste numa série de encontros com 51 profissionais, sendo professores-coordenadores do Mais Educação, professores de Artes e de Educação Física das escolas municipais Amilton Gallego, Marajoara, Reynaldo da Gama, Mauro Ferreira, Jacarandá, Josefina Azteca, Salvador Julianelli, Elza Marreiro Medina, Jornalista José Ramos e Astrogilda de Abreu Sevilha. A intenção é que eles envolvam os estudantes por meio de pesquisa e vivência da cultura afro-brasileira no currículo escolar cotidiano. Também estão previstas visitas aos espaços de quilombola e ao Museu Afro Brasil. Assim, o governo municipal atende a Lei nº 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade da temática em sala de aula.

O convênio tem validade até 31 de dezembro de 2013, podendo ser prorrogado por mais 12 meses.

Fonte: Prefeitura Embu das Artes. Notícia divulgada em 15/05/2013.

Encaminhado pela aluna Thalita Damaso em 17/05/2013.

Grupo 3 - Meio Ambiente

Embu das Artes tem 59% de seu território inserido em Área de Proteção aos Mananciais da Bacia Hidrográfica Cotia-Guarapiranga, que alimenta a Represa de Guarapiranga. Desta bacia, o Rio Embu-Mirim, que cruza o município , é um dos principais contribuintes. Além disso, a cidade possui um patrimônio ambiental que faz parte da Zona de Amortecimento e Conectividade e da Zona de Transição e Cooperação da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, de relevância vital para as condições ambientais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Embu das Artes é visto ainda como um município com grande potencial de turismo ecológico e de pesquisas científico-ambientais. Dentre os principais problemas relacionados à questão ambiental na cidade, podemos destacar a pressão de crescimento da mancha urbana sobre os maciços de vegetação, que juntamente ao déficit de moradias adequadas e a à baixa renda da população, estimula a ocorrência de assentamentos precários a degradação ambiental, a ocupação e o desmatamento em Áreas de Preservação Permanente (APPs).

É possível constatar um baixo índice de vegetação nas áreas urbanizadas mais adensadas. Outros problemas enfrentados pelo município são a carência de estudos e diagnósticos focados na questão ambiental, a falta de detalhamento do zoneamento das Áreas de Proteção Ambiental (APas), a ausência de mapeamento, cadastro e delimitação territória dos agricultores e de áreas de cultivo no município. Para enfrentar esses problemas são propostas: ações de recuperação ambiental; complementação da infraestrutura (saneamento básico, rede de drenagem, pavimentação etc.); proteção e recuperação dos recursos hídricos atrelados aos programas de habitação e urbanização; sistemas de monitoramento e diagnósticos ambientais; gerenciamento de resíduos e da poluição ambiental; programa de desenvolvimento comunitário e de educação ambiental; consolidação e aplicação das áreas verdes, através de implementação e gestão de reservas, praças e parques; arborização urbana dos bairros com maior carência de áreas verdes; diagnosticar , definir e caracterizar as áreas de uso agrícola nas diferentes zonas do Pano Diretor.


Fonte: Plano Diretor.

Encaminhado pela aluna Thalita Damaso em 17/05/2013.

Grupo 3 - Marketing Publicitário

Os alunos do 4ATMN do curso de Turismo criaram alguns modelos de Folder para divulgação da cidade de Embu das Artes, com o objetivo de incluir o novo logo criado pelo designer gráfico João Paulo Pinto Rodriguez, para fortalecer a identidade visual da cidade.
Assim, qualquer pessoa que ver esse logo em qualquer lugar, automaticamente terá o pensamento direcionado para a estância turística de Embu das Artes!

Segue modelo:


Verso:

                                    Página 5                        Página 6                Página 1

Legendas:
1- Foto de um atrativo da região. Nesse caso colocamos uma foto tirada pela aluna Natâni Pimenta do 4ATMN, de um artesanato que estava sendo vendido em uma das lojas na feira de artes da cidade.
2-  Endereço da Prefeitura de Embu das Artes, com informações de contato.
3-  Mapa de acesso ao centro da cidade.
4-  Logotipo variado criado pelo designer gráfico Juan Pablo Pinto Rodriguez, 2013.
5-  Indicação do nome da cidade.
      6- Logotipo da cidade de Embu das Artes, identidade visual da marca. 
7-  Foto principal, nesse caso o Museu da Arte Sacra com a feira de artesanato a frente.

   Frente:
Página 2                        Página 3                          Página 4

Legendas:
1- Foto de um atrativo da região. Nesse caso colocamos uma foto encontrada no site de busca Google.com de um empreendimento comercial de artesanato.
2 - Texto informativo sobre os atrativos.
3 -  Logo de identidade da cidade.


Folheto com 3 dobras: Formato fechado: 100x210 mm.

     Capa                   Página 2            Página 5

Esse documento utiliza as cores:

  Página 2                     Página 3                     Página 4

Esse documento utiliza as seguintes cores:

Nossa sugestão é aplicar as cores derivadas do logo criado para a cidade, com objetivo de ser mais atrativo e passar uma sensação forte.


Portanto o folder poderá ser derivado também na opção de cor Vinho:

 Capa                          Página 2                     Página 5

Esse documento utiliza as seguintes cores:

   Página 2                  Página 3                  Página 4

Esse documento utiliza as seguintes cores:


Folder uma dobra
                              Capa                       Página 1                 Página 2


Cores Utilizadas


Encaminhado pela aluna Natâni Pimenta em 17/05/2013.










Grupo 3 - Questionários aplicados na cidade


Foram aplicados dois questionários na cidade de Embu das Artes para sabermos qual o perfil da demanda dos turistas e qual o nível de satisfação em relação à cidade e o que ela oferece.
Também foram criados mais dois modelos de questionários com os mesmos temas, porém com o objetivo de aplicar na Festa de Santa Cruz, que ocorrerá esse fim de semana de 17/05 a 19/05. Esses questionários possuem perguntas mais específicas em relação ao evento.
Seguem abaixo modelos criados pelo grupo.











Encaminhado pela aluna Natâni Pimenta em 17/05/2013.

Grupo 3 - Site da Cidade de Embu das Artes

Verifica-se uma desorganização no site da prefeitura da cidade de Embu das Artes. Isso pode resultar em poucas visitas ao site e informações incorretas.
Como sugestão, gostaríamos de criar algo mais atrativo, com as cores da cidade, fotos que chamam atenção e conquistam os turistas, informações de fácil leitura e organizadas, facilidade para aqueles que pretendam visitar a cidade, seja por algumas horas ou alguns dias.

Segue proposta:


Página Inicial:


A Cidade:

Serviços ao Cidadão:

Portal do Turismo:

Informações:




Encaminhado pela aluna Natâni Pimenta em 17/05/2013.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Formatação - MANUAL DE ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO EMPRESARIAL


ETAPA 1 – Identificação por Título
Nesta etapa identifica-se o tema abordado no relatório. Um título explicativo sobre o
que foi realizado pelos integrantes participantes.

ETAPA 2 – Local
Nesta fase de elaboração do relatório identifica-se o local onde os participantes se
reuniram para a abordagem dos assuntos relacionados ao TIM ou à Empresa, ou a
ambos.

· Residência da Jackelline Laiati, São Paulo – SP.
· Biblioeteca/Laboratório de Turismo da Universidade São Judas Tadeu, São Paulo –
SP.

ETAPA 3 – Equipe Presente
Esta etapa identifica quais foram os membros presentes durante as atividades
realizadas pela equipe. Essa presença pode ser integral ou parcial1, de acordo com
o tempo agendado pela equipe. As atividades vão de reuniões sobre como está o
andamento da equipe em relação ao tema proposto até extensão de pesquisa em
bibliotecas, prefeitura, visitas técnicas etc. Os membros devem seguir uma ordem
hierárquica – a partir do líder – e alfabética – a partir dos presentes.

ETAPA 4 – Data e Horário de Início
É imprescindível o registro da data da reunião da(s) equipe(s) no que fora proposto
para a elaboração do relatório. O horário de início deve ser seguido conforme
combinado previamente entre o(s) líder(es) e seus membros. Atrasos devem ser
justificados – inclusive se envolver o(s) líder(es). Cancelamento da reunião ou
mudança no horário não necessitam serem relatados, salvo se dado momento
houve uma reunião que começou e não terminou, expandindo sua continuação para
outra data e horário que não os iniciais.

1 Deve-se justificar a ausência temporária do membro que não participar das atividades da equipe.
Essa ausência pode ser por atraso ou outra finalidade que deve ser especificada no relatório, em
Observações.

· Os tópicos abordados nesta reunião se expandirão para a próxima, com data marcada
para 10 de Maio de 2013, devido a queda de energia na Universidade São Judas Tadeu.

ETAPA 5 – Objetivo
O objetivo trata de uma justificativa do título (Etapa Um), ou seja, aquilo que foi
proposto pela(s) equipe(s), preestabelecido um prazo para a finalização da(s)
atividade(s).

ETAPA 6 – Dados Abordados
Esta é a etapa mais importante de um relatório. Nesta fase é detalhado
minuciosamente tudo o que foi tratado pelos participantes (são relatadas as visitas
técnicas e o que foi coletado no local – informações, pesquisas, questionários etc.);
O que foi colocado em prática no decorrer das horas dedicadas e o resultado
adquirido. Se houve algum resultado proposto, mas não alcançado, deve ser
relatado no tópico do relatório Próxima Etapa.

ETAPA 7 – Próxima Etapa
Esta etapa do relatório é opcional. Cabe ao(s) líder(es) presente(s) a decisão da
continuação da reunião da(s) equipe(s) para tratar do mesmo assunto (salvo se um
cancelamento da reunião seja necessário – Etapa Quatro: Data e Horário de Início).
Quando não finalizado o objetivo proposto (Etapa Cinco) deve-se incluir aqui as
diretrizes para a próxima reunião dos membros que definirão o objetivo, até então
pendente de conclusão.

· Ficou definido para a data de 15 de Maio que retomaremos com a pesquisa
bibliográfica sobre os Jesuítas, não concluída nesta data de 08 de Maio, devido o fechamento
da Biblioeteca da Universidade São Judas Tadeu.

ETAPA 8 – Observações
Esta etapa do relatório também é opcional. Aqui, fatos como atrasos dos
participantes, assuntos paralelos que podem vir a serem agregados ao tema
proposto e outras observações que necessitam de registro, devem ser inclusas no
tópico Observações.

ETAPA 9 – Horário de Término e Local
A Etapa Nove é obrigatória e a principal atribuição a esta parte que finaliza o
relatório é identificar quando a reunião dos membros chegou ao fim. Na fase em que
se está planejando uma reunião com os membros deve ser mencionado o horário de
início e término. Esta etapa é importante dado que é possível verificar a otimização
do tempo que a(s) equipe(s) utilizou para concluir o que foi proposto. E seguindo a
linha de pensamento “otimização do tempo x qualidade do serviço” os membros
devem procurar sempre aprimorar o desenvolvimento dos objetivos propostos dentro
do prazo predeterminado, sem diminuir a qualidade do que estiver sendo tratado. É
importante colocar também o local onde a reunião se encerrou, não descartando a
possibilidade de mudança do local de início por motivos plausíveis de causa que
necessite uma transferência imediata.

· Devido a queda de rede da internet no Laboratório de Informática da Universidade
São Judas Tadeu, às 14h35min, nos realocamos na residência do Leandro Gonçalves.

ETAPA 10 – Assinaturas
As assinaturas dos membros presentes na reunião devem estar no final do texto,
obedecendo a ordem alfabética, de cima para baixo, da esquerda para a direita,
identificadas pelo nome e sobrenome do indivíduo. As assinaturas devem
sobrescrever o nome, por uma linha sublinhada.

OBSERVAÇÕES

· Os membros do projeto-empresa TIM/ELABORE devem ser tratados como
Equipes e não como grupos em todo o relatório.

· A concordância de tempo dos textos deve ser colocada no passado: “Fomos”,
“fizemos”, “nos reunimos”, “ficou decidido que” etc.

· A data (Etapa Quatro) deve ter o mês descrito, e não identificado por número:
“25 de Abril de 2013”.


ABNT

O texto deve ser digitado em letra ARIAL 12 com espaçamento de 1,5cm e
Justificado. Os tópicos devem ser seguidos por “–“ e devem ser finalizados por “;”
em cada final de linha. A formatação da página do Relatório segue como:

- margem superior/esquerda: 3cm
- margem inferior/direita: 2cm

O modelo de relatório já está habilitado com estas formatações, no entanto, devem
ser corrigidas caso haja alguma divergência. Não há necessidade de criar
parágrafos no texto (Etapa Seis – Dados Abordados).
Para todos os fins, o relatório deve ser encaminhado por e-mail e na extensão .pdf
para que não haja a possibilidade de alterações no documento ao ser aberto


Encaminhado em 16/05/2013 pela aluna Thaisa Pereira.

Formatação - MANUAL DE ELABORAÇÃO DE ATA EMPRESARIAL – ELABORE



ETAPA 1 – Data, local e horário
Esta primeira parte da Ata deve ser apresentativa; a data (dia/mês/ano) da reunião,
o local da escolha e o horário da reunião são inseridos.

· Ao vigésimo terceiro dia do mês de abril de 2013, na Universidade São Judas Tadeu
às 19:50h teve início a reunião...

ETAPA 2 – Apresentação do tema da reunião
Nesta etapa, é colocado o assunto principal tratado na reunião, sem muitos
detalhes, apenas o tema central.
· Nos reunimos para analisar a oferta diferencial de Embu das Artes e elaborar a
matriz SWOT do município.

ETAPA 3 – Membros presentes na reunião
Nesta 3ª etapa nomeiam-se os presentes na reunião, por ordem hierárquica e
alfabética; com o nome e sobrenome dos indivíduos, sem excessão.

· Estiveram presentes o Presidente (nome), a Vice (nome) e os líderes dos grupos.1 Se
houver pessoas que estejam orientando o projeto, estas devem preceder o nome do
Presidente.

ETAPA 4 – Tópicos abordados e Anexos
Esta etapa trata de todos os assuntos discutidos na reunião. Quais foram as
propostas a serem elaboradas no projeto, os passos a seguir, as decisões tomadas.

O texto deve ser minuciosamente explicativo, havendo coerência com o tema
abordado. Junto às Atas devem ser incluídos anexos tais como modelos
apresentados sobre temas como escolha do logo.

1Os grupos também devem aparecer em ordem numérica. Ex: líder (nome) do grupo 1 e seus
membros (nomes dos membros presentes), líder (nome) do grupo 2, líder (nome) do grupo 5 e seus
membros.

ETAPA 5 – Voux Populi
Esta etapa é aberta às opiniões dos envolvidos nas tomadas de decisão, incluindo
os membros dos grupos; todos devem contribuir para atingir um resultado positivo
ao município. Nesta etapa também são determinados os prazos para o cumprimento
das atividades propostas (incluindo visitas técnicas).

ETAPA 6 – Decisão final
Nesta etapa é esclarecida a decisão final do membro maior da reunião, ou seja, a
palavra final do que ficou acordado entre os envolvidos e os passos que deverão ser
tomados do papel à ação, em alinhamento com as ideias discutidas e respeitando o
cumprimento dos prazos propostos.

ETAPA 7 – Finalização do documento
Esta é a etapa final que deve ser cumprida na Ata. É muito importante registrar o
local onde a Ata foi produzida (por extenso ou digitada), bem como a data em que a
mesma foi finalizada (dia/mês/ano). O responsável pela ata deve ser nomeado ao
final do documento.

· Universidade São Judas Tadeu, São Paulo – SP, 23 de Abril de 2013. A
responsabilidade da Ata ficou a cargo de Vinícius Augusto.

ETAPA 8 – Assinaturas2
Esta é a etapa mais importante de uma Ata. Nesta etapa, os presentes atestam que
estiveram presentes na reunião e que estão a par de todos os assuntos tratados,
bem como das decisões tomadas e dos prazos a serem obedecidos, por meio de
assinaturas que devem sobrescrever o cargo/nome dos indivíduos, identificando o
primeiro nome e as iniciais do segundo.

___________________ ___________________ ___________________
NOME e SOBRENOME NOME e SOBRENOME NOME e SOBRENOME

___________________ ___________________ ___________________
NOME e SOBRENOME NOME e SOBRENOME NOME e SOBRENOME

2A sequência dos campos das assinaturas podem ser feitas verticalmente, sempre da esquerda para
a direita, de cima para baixo; em ordem alfabética.


Encaminhado em 16/05/2013 pela aluna Thaisa Pereira.

Formatação - Modelo de Relatório

RELATÓRIO

Título:
Local:
Equipe presente:
Data:
Horário de início:

Objetivo:

Dados Abordados:

Próxima etapa: (Opcional)

Observações: (Opcional)

Horário de término: (Obrigatório)
Assinaturas:

Encaminhado em 16/05/2013 pela aluna Thaisa Pereira

Grupo 3 - Turismo Receptivo

A Embratur define Turismo Receptivo por um turismo gerado por visitantes de outros países ou regiões emissoras, os quais permanecem mais de 24 horas e menos de um ano no local de chegada, não recebendo remuneração no país/região visitada.
Pela OMT, o Turismo Receptivo é a formado por um conjunto de consumidores, ou possíveis consumidores de bens e serviços turísticos.
Os Turistas, viajantes e visitantes formam a demanda turística e, por trás deste termo, encontra-se um grupo heterogêneo de pessoas, um agregado de personalidades e interesses com diferentes características sócio demográficas, motivações e experiências. Por isso são várias as classificações que existem dentro da demanda turística e todas elas são de grande interesse, uma vez que, pela identificação dos modelos de demanda, busca – se além da mencionada homogeneidade de conceitos que facilite a elaboração de estatísticas – formular adequadas estratégias de marketing.
Beni define a demanda como as pessoas que se deslocam temporariamente de sua residência habitual , com propósito recreativo ou por outras necessidades e razões, demandam a prestação de alguns serviços básicos.
A Secretaria Municipal de Turismo tem por finalidade desenvolver políticas públicas visando o incremento das atividades turísticas como, preservação do patrimônio histórico, cultural e ecológico e como fonte geradora de cidadania. A ela compete em Gerenciar a implementação do Plano Diretor do Turismo; Fomentar atividades de eco-turismo, turismo cultural e turismo de negócios em consonância com as deliberações do Conselho Municipal de Turismo; Realizar diagnóstico bem como propor obras e serviços visando infra-estrutura e apoio à atividade turística, levando-se em conta o potencial do setor para o desenvolvimento econômico e social da Cidade; Realizar exposições de artes para valorização dos artistas, bem como a difusão cultural na Cidade; Propor e gerenciar convênios com instituições públicas ou privadas consoante os objetivos que definem as políticas de turismo; Normatizar e gerenciar as atividades da Feira de Artes e Artesanato; e Coordenar outras atividades destinadas à consecução de seus objetivos.
O Governo da Cidade de Embu das Artes apoia ações para incrementar o turismo com qualidade. A Associação Comercial e Industrial de Embu das Artes (Acise) realiza o Curso Intensivo de Turismo aos Gestores, com patrocínio da Associação das Prefeituras das Cidades Estâncias do Estado de São Paulo (Aprecesp) e apoio da Prefeitura da Estância Turística de Embu das Artes, por meio da Secretaria de Turismo.
Participam do curso, ministrado por professores da Universidade de São Paulo (USP), através do Instituto de Academias Profissionalizantes (Iape), entidade pública federal, gestores de Embu das Artes e de outras cidades, com atuação no turismo.
Apresentação Geral do Método de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Relato de Casos, Vocação Turística – Elementos Básicos do Plano de Marketing e Plano Integrado de Desenvolvimento do Turismo são os temas do curso.
Feira de Embu das Artes, ocupa todas as ruas do Centro Histórico e traz à cidade todo fim de semana 30 mil pessoas de toda parte do País e do exterior. A partir do início da década de 60, levou a cidade um grande número de pessoas interessadas na riqueza histórica do município, potenciais colecionadores e consumidores de móveis e objetos antigos. Paralelo ao desenvolvimento da Feira, foram surgindo as diversas lojas de artesanato, galerias de arte, antiquários e lojas de móveis rústicos artesanais. A tradicional Feira é um dos principais atrativos chamativos de turistas em Embu das Artes. Além de ser de extrema importância para a cultura artesanal, traz ótimos benefícios para a cidade, como divulgação e fluxo de turistas, bem como um favorável lucro para a cidade. Além da Feira, o visitante tem a disposiçao várias lojas abertas nos finais de semana e feriados, principalmente as de móveis rústicos, antiquários e de artesanato no centro histórico. Entre as opçoes de visita, cultura e lazer oferecidas pela cidade destaque para o Centro Cultural Embu das, para o Memorial Sakai de e para o Parque do Lago Francisco Rizzo. Também o Museu de Arte Sacra, construção do século XVIII que compõem o patrimônio histórico da cidade, o Museu do e a Capela de Sao Lázaro.

Texto encaminhado pela aluna Bruna Assis em 16/05/2013


Grupo 3 - Texto Adventure Sports Fair


“A Capital de São Paulo é berço de importantes realizações de grandes feiras, congressos e eventos. É necessário estar atento sempre aos temas e as oportunidades que se podem ter quando passamos a frequentá-las. Olhá-las com olhos empreendedores e curiosos é sem dúvida o melhor investimento.
É  sempre interessante que sempre analisemos tudo e qualquer detalhe que existem nestes locais inclusive produtos, serviços, contatos e tendências.
O Turismo é uma área dinâmica e uma área sempre acaba se esbarrando em outra. Desta maneira, investigando a fundo, conseguimos detectar no stand da Secretaria de Turismo do estado de São Paulo, rotas e caminhos em torno da capital que oferecem uma série de diferenciais como gastronomia, rota cultural histórica, parques estaduais e outros, todos relacionados com o meio ambiente.
Embu das Artes apareceu tímido em dois folhetos como o da Rota da Taypa de Pilão, apontando as cidades que possuem construções para visitação e um pequeno guia do Turismo Paulista, que cita as principais cidades com atrativos diferenciais, sendo este o artesanato.


A Adventure Sports Fair reuniu no ultimo dia 01, feriado do dia do Trabalho, empresas, secretarias, destinos e turistas em uma feira única a fim de promover a interação ecoturistica e o conhecimento para com esportes radicais. 
Fique atento ao próximo evento mais próximo de você e saiba enxergar as melhores oportunidades em cada detalhe.”


Texto encaminhado pela aluna Laís Zani em 16/05/2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Grupo 3 - Notícias de Embu das Artes

Segue link referente ao site Encontra Embu, na qual existem diversas informações sobre Embu das Artes:

http://www.encontraembu.com.br/noticias/

Encaminhado pela aluna Gabriela Silvino em 14/05/2013.

Grupo 3 - Link vídeo Embu das Artes

Segue link encaminhado pela aluna Gabriela Silvino referente a vídeo sobre Embu das Artes em 14/05/2013

http://www.encontraembu.com.br/embu/videos-sobre-embu.shtml

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Grupo 4 - Capela de São Lázaro

Capela de São Lázaro
Por Thainá Sousa

A história da Capela da São Lázaro inicia-se com o a do artista Cássio da Rocha Matos, conhecido como Cássio M’Boy. Nascido em 1903 atuou como desenhista, pintor, escultor, decorador, designer, figurinista e vitralista. Iniciou os seus estudos de arte com Georg Elpons e frequentou a Academia Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. Chegou à região de Embu das Artes em 1920 sendo reconhecido como um grande artista, possuindo influência junto a grandes artistas da época, como Tarcilla do Amaral e Oswald de Andrade. É considerado um dos criadores da Feira de Artesanatos de Embu no final da década de 60.
Recebeu vários prêmios, em especial na Exposição Internacional de Artes Plásticas em 1037 – Paris. Realizou também sua primeira exposição individual no Museu de Arte de São Paulo em 1950 e, um ano antes de morrer realizou uma exposição na Galeria Encontro de Artes no ano de 1985. Entretanto foi em 1964 que começou a divulgar Embu para o mundo através do 1º Salão de Artes.
Nos anos 20 Cássio M’Boy recebeu um grande tronco de madeira e esculpiu a imagem que seria de São Lázaro. Devido grande fluxo de visitantes na casa de Cássio M’Boy desde a criação da imagem de São Lázaro a comunidade embuense resolve construir em 1934 uma Capela dedicada ao Santo.
Foi realizada uma restauração da mesma para se adaptar aos moldes arquitetônicos do Conjunto Jesuítico em 1969.
Atualmente a Capela de São Lázaro encontra-se fechada.

Interior da Capela de São Lázaro. Foto tirada por Francisca Borges.

Encaminhado em 06/05/2013 por Willian Yamamoto.

Grupo 4 - Trabalhos Manuais

Trabalhos manuais


Os trabalhos manuais de Embu das Artes são feitos e realizados na Feira de Arte e Artesanato na Cidade de Embu. A cidade tem característica artística, em 1969 surgiu à ideia entre os artísticos de realizar uma feira de arte junto com o movimento hippie que era fortemente presente naquela época. Com isso houve a junção do movimento hippie e a feira de arte e artesanato, hoje denominada desta forma. A princípio não existia o artesanato, somente a arte, que era feito em forma de escultura e pinturas. Hoje em dia há uma grande existência do industrianato e artesanato que é espalhado por toda a feira. Entre os trabalhos manuais é bastante visível a pintura, esculturas de madeira, pedra sabão, caixas, mapas, bolsas feitas em fuxico, moveis feitos à mão entre outros artefatos que são oferecidos para comércio e venda.

Trabalhos Manuais na Feira de Arte e Artesanato de Embu das Artes. Foto tirada por Aline Neves.


Encaminhado em 06/05/2013 por Willian Yamamoto.

Grupo 4 - Museu do Índio

Museu do Índio
Por Darwin Monteiro.

Endereço: Rua da Matriz, 54 – Centro.
Funcionamento: de terças-feiras à domingo, das 10h às 18h.


O Museu do Índio foi fundado em 2005 pelo artista plástico, escritor e pesquisador Waldemar de Andrade Silva. O museu possuí acervo total de 700 peças, conta com aproximadamente 355 m ² de área total. O Museu do índio é um projeto educativo e sociocultural e está dividido em dois núcleos de atuação: Exposição simples e monitorada e atividade cultural educacional. O fundador viveu entre os índios no parque natural do Xingu por vários anos com o apoio dos irmãos Vilas Boas.  

Acervo do Museu do Índio. Foto tirada por Mirella Torres.


Encaminhado em 06/05/2013 por Willian Yamamoto.

Grupo 4 - Memorial Sakai do Embu

Memorial Sakai do Embu
Por Darwin Monteiro.

Endereço: Rua Rebolo Gonzales, 185 – Vila Cercado Grande.
Funcionamento: de segundas-feiras a domingo, das 9h às 17h.

O Memorial Sakai do Embu foi inaugurado em 2003 é um espaço cultural que além de ser utilizado como museu com obras do mestre e dos seus alunos é um local para oficinas e oferece exposições periódicas de outros artistas plásticos. O local proporciona aulas praticas para as crianças que fazem visitação para entender um pouco da história da arte do Mestre Sakai.
O acervo do Memorial Sakai compreende vinte peças de Sakai, treze obras da Via Sacra, um baixo relevo da Festa de Santa Cruz, dois vasos, três esculturas de índias e uma escultura de São Francisco.
O símbolo do Memorial tornou-se a imagem do touro em terracota que o artista produzia para presentear seus amigos, para ele o touro simbolizava a força e energia.

Encaminhado em 06/05/2013 por Willian Yamamoto.


Grupo 4 - Fonte dos Jesuítas

Fonte dos Jesuítas
Por Laís Pereira.

A Fonte dos Jesuítas foi descoberta em 1944 e é uma das mais antigas do Brasil. Fica localizada na Avenida Professor Cândido Motta Filho, próximo ao centro histórico, em um espaço privilegiado da Mata Atlântica, funcionando de segunda a sábado, das 8 às 17h.
Existe um projeto, com o nome de “Sábado na Fonte”, que promove atividades de lazer, esporte, educação e cultura para a comunidade e turistas que visitam a cidade, com agendamento prévio.
É possível caminhar por um trecho da Mata Atlântica, conhecer a cachoeira, participar de oficinas, utilizar o laboratório de informática, visitar o fontanário e passear de trenzinho pelo centro histórico de Embu das Artes. São atividades são desenvolvidas pela Sociedade Ecológica Amigos de Embu, SEAE.
A SEAE, Sociedade Ecológica Amigos de Embu, organiza passeios todos os dias, de em torno duas horas e meia, onde é possível fazer um percurso com trilha, podendo desfrutar de uma vista com riacho e cachoeira em um recanto com vegetação nativa e grandes rochas, além de passar por uma mata com diversos exemplares de árvores de grande porte, cipós e bromélias.
As crianças podem ir até o Centro de Educação Ambiental, onde podem participar de atividades recreativas, visitando o minhocário, viveiro e fontanário acompanhados de recreadores especializados.

Os projetos existentes na fonte incentivam o lado da conscientização ambiental, abordando temas como água, mata atlântica, viveiro e reflorestamento, biodiversidade, tráfico de animais silvestres, aquecimento global, sustentabilidade, lixo, consumo consciente e agroecologia.

Encaminhado em 06/05/2013 por Willian Yamamoto.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Grupo 4 - Linha do Tempo da Feira de Artes e Artesanato de Embu

Linha do Tempo da Feira de Artes e Artesanato de Embu

Séculos XVI e XVII
·      Artesanato presente na vida indígena e as primeiras construções e esculturas dos jesuítas

1719
·         Padre Belchior da Ponte esculpiu a imagem de Nossa Senhora do Rosário

1882
  • Primeiros artistas naturais de M'Boy e Cotia

1920
  • Chegada de Cássio da Rocha Matos em Embu

1922
·         Artistas expoentes do Movimento Modernista começam a frequentar a residência de Cássio, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Volpi e Yoshio Takaoka

1926
·         É esculpida a imagem de São Lazaro presente na Capela da cidade atualmente

1937
·         Cássio M’Boy ganha o 1º Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes Técnicas em Paris

1952
·         Tadakio Sakai fixou-se em Embu e começou a produzir esculturas com influência de Cássio M’Boy, Victor Brecheret e Bruno Giorgi.

1959
·         Claudionor Assis Dias (Mestre Assis), auxiliado por Cássio fixa-se em Embu para fazer “arte brasileira”

1961
·         Mestre Assis convida o grupo de Solano Trindade para conhecer Embu

1964
·         Mestre Assis organizou o primeiro salão de artes plásticas de Embu

1965
·         Solano Trindade foi embora de Embu triste com o “industrianato” que começou a aparecer

1969
·         Iniciada oficialmente a Feira de Artes e Artesanato

·         Sidney Moreno Rodrigues é o primeiro hippie a convite do Mestre Assis a trabalhar na feira, logo o local torna-se polo de atração dos hippies do mundo

1978
·         Entra em vigor a lei municipal 741 que estabelece as normas da feira de artesanato

2009
·         A feira de artes e artesanato comemorou os seus 40 anos

2011
·         Presença de 38 ateliês e galerias de artes




Encaminhado por Willian Yamamoto em 06/05/2013.